sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

COE PRENDE ALAGOANO ACUSADO DE SEQUESTRO EM PERNAMBUCO E SERGIPE.

Policiais do Núcleo de Inteligência do Comando de Operações Especiais (COE) da Polícia Militar prenderam, no início da manhã desta quinta-feira, 6, Genivaldo Ferreira Faustino, 52 anos. Ele foi preso por intermédio de um mandado de prisão expedido pelo Juiz da Comarca de Carnaíba (PE), onde responde pelo crime de extorsão mediante sequestro e formação de quadrilha.

De acordo com o diretor do Complexo de Operações Policiais Especiais (Cope), delegado Flávio Albuquerque, Genivaldo foi condenado em Sergipe por participar de um sequestro do filho do dono do Grupo Maratá no ano de 1997. Por este crime, a Justiça sergipana o condenou a mais de 25 anos de prisão. “Ele ganhou progressão de regime e atualmente estava preso em regime semi-aberto no Presídio de Areia Branca”, disse Albuquerque.

Ocorre que no ano de 2006, Genivaldo foi apontado pela Justiça de Pernambuco como um dos autores de um sequestro naquele Estado. Também naquele ano, pesa contra o acusado a autoria de um outro crime praticado contra sua ex-mulher na cidade de São Cristóvão. “A companheira dele teria pedido o divórcio e tirado as coisas de dentro de casa. A atitude da esposa o revoltou tanto que ele pagou uns colegas para incendiar a casa onde o casal residia”, explicou o delegado, lembrando que por este crime ele foi condenado a 4 anos e 4 meses de prisão.

Quadrilha violenta

O delegado ressaltou que a violência da quadrilha de Genivaldo chamava atenção da polícia pela forma como eles subjugavam as vítimas. “O empresário sergipano sequestrado há 15 anos ficou dentro de uma caixa e enterrado em um buraco. Outras vítimas ficavam com partes do corpo soterrada, além de sofrerem extrema violência psicológica”.

Apesar da gravidade dos crimes, Genivaldo vivia tranquilamente em Sergipe, sendo inclusive empresário do ramo de embelezamento automotivo, no conjunto Orlando Dantas, zona sul de Aracaju. Genilvaldo será levado para o sistema prisional do Estado e sua transferência para Pernambuco deverá ser definida pelo juiz da Vara de Execuções Criminais.

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